Receita de tortilla espanhola!

Vamos lá, já tive vários pedidos da receita em vários momentos, o último ontem da minha querida amiga Janaina, assim que vamos compartir a receita e contar uma história nesta janela.

O primeiro que  quero dizer é uma receita muito simples que tem muitas variações em função dos gostos das pessoas, pelo que adaptem ao seu gosto!

E agora a historia e receita!

No meu increível ano de Erasmus em Liverpool, quase 10 anos atrás! Entre outras coisas, tive a sorte de dividir uma república com meu querido Pedro – espanhol, Mimmo– italiano (sempre vivo no meu coração), Ludo – francês e Hide – japonês. Hide era toda uma figura (mas isso seria outro post)! Ele curtia de experimentar todas as comidas que Mimmo, Pedro e eu faziamos e compartilhávamos com ele. E claro, ele adorava tortilla! Um dia, chego em casa e ele me pergunta: “Carmen, como você faz a tortilla?” então eu falei para ele (de forma mais resumida) o seguinte:

Ingredientes:

  • Batata
  • Cebola
  • Ovos
  • Aceite de oliva (preferencialmente)
  • Sal

Modo de preparo:

Primeiro você descasca as batatas e pica elas em quadradinhos ou lâminas (cada um tem o seu jeito de cortar a batata para a tortilla)

Coloca numa frigideira aceite de oliva e quando esteja quente, coloca a batata picada e fritamos ela. Após ter uns minutos a batata fritando, colocamos a cebola descascada e picada. Dependendo da quantidade de batata e do tamanho da cebola de 1 ou 2 cebolas. A cebola é elemento chave no gosto da tortilla!

Quando tanto a cebola e a batata estejam fritas (até que estejam moles, mas sem estar muito fritas! porque depois voltarão para ao fogo e seguiram-se cozinhando!), você apaga o fogo e retira da frigideira a cebola e batata para uma vasilha, retirando o máximo de aceite que seja possível!

Por outro lado, você bate os ovos em outra vasilha (o número de ovos em função da quantidade de batata e cebola e do seu gosto, 3 ou 4 é um bom número).

E depois mistura o ovo com a cebola e bata, mexendo bem tudo. (Tem pessoas que  retiram a batata e cebola da frigideira e colocam na vasilha com o ovo, fica a critério do cozinheiro!)

Depois, em uma frigideira na qual não colem os alimentos (muito importante isso) você coloca umas gotas de aceite de oliva, só umas gotas! E deixa esquentar bem a frigideira (isto é importante também!). Quando esteja bem quente a frigideira, você coloca a mistura de ovo, cebola e batata. E com fogo baixo você deixa que se faça a tortilla. Isto também é muito importante, se você coloca fogo alto, você vai queimar por fora a tortilla e o ovo vai estar cru por dentro.

Depois de uns minutos, chega o momento mais desafiador! O de dar a volta a tortilla! Você coloca um prato tampando a frigideira e dá a volta a frigideira (segurando o prato claro com a outra mao!) de forma que a tortilla fica no prato e depois coloca de volta a tortilla para a frigideira para cozinhar a tortilla pelo outro lado (para colocar de volta a tortilla na frigideira é bom se ajudar com uma espumadeira porque parte do ovo e batata ficará grudado no prato a primeira vez). A primeira vez é a mais complicada, as outras, o estar cozinhada a tortilha, é muito mais fácil! Eu geralmente faço isso umas 3 vezes, mas neste caso também depende de se você gosta de a tortilha com o ovo mais cozinhado ou menos.

E depois disso, só resta a melhor parte: COMER A TORTILLA!!

Observação: Tem pessoas que salgam a batata, outras o ovo e outras as duas coisas (e outras que esquecemos!)

E terminando a história, eu contei isso para Hide, e ele me falou: “Tá, eu tentei fazer uma tortilla, porém cometi 2 erros, o primeiro foi que misturei o ovo com a batata, cebola na frigideira junto ao aceite!  E o segundo foi que tive sempre o fogo alto!”

É claro que com esses dois erros, a tortilla não ficou comestível!! Rsrsrsr

Boa sorte e bom apetite!!!

PS1: Desculpem o meu portugues agalegado! podem me corrigir! e melhorarei este post com fotos quando faça uma tortilla

PS2: Estou com fome depois de publicar este post!

 

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Bicicleteando por Brasília!

Esta entrada vai dedicada a todos os meus queridxs amigxs bicicleterxs!

Pa empezar, un batiburrillo de recuerdos da minha vida ligados a palabra bicicleta:

… a minha infancia, passando os vraos con heridas nas rodillas;

… o primeiro intento frustado pa chegar a Antigua con minha querida Miriam;

… os paseos entre vinhedos en Daimiel con múltiples pinchazos e con unha sensación de “que guay que nun se me olvidou andar en bici!! Y que fácil é llanear!”;

… cuando eu queria regalar unha bici a meus pais, minha madre nun queria e meu padre decia: “Si, Carmen, eu quero, eu baixo con ela e tua madre súbela,…”, pillaban!;

… o descubrimento dos tempos mozos de meu padre e sua bici;

… a moda do meu círculo corunhés de andar en bici nos últimos tempos meus en Corunha;

… a esa volta en coche de Manzaneda cantando temazos e descobrindo unha das canciois preferidas da minha querida Marta Sara;

… a meus queridos Marta e Luis, que “casi” chegan a Lourido em bici;

… ou a compra de bici de Manu en Madrid un dia despós de comer, de forma improvisada;

…;

Cuando cheguei a Brasília, dixen “vou comprar bici!!”, pero o tempo foi pasando, e cando me din conta xa tinha passado un ano e dixen, “pa que vou comprar unha bici si en menos de un ano, voume”. Cando renovei por mais un tempo no Brasil, dixen, “ahora si que vou comprar a bici!”. Asique en Navidad, antes de volver pa Brasília comprei o casco e o candado (porque antes de comprar a bici o lógico é empezar con os complementos) e despós o meu querido amigo invisible/oculto Fabio me regalou mais complementos. Con eso, taba claro que era o momento de comprar a bici!

Asique fixen a consulta enDSC02171tre os meus amigxs bicicleteros de Brasília sobre donde comprar a bici e um sábado de enero fun compra-la, unha bici da marca brasilenha Caloi, modelo easy-rider (pero ojo, nun é tan fácil como pa nun precisar de pedalar!).  Cuando vinha pa casa, en bici, vinha tan contenta e feliz, felicidad mezclada con un “por que narices nun fixen esto antes!?, cómo mola!”

 

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Pa seleccionar o nombre, fixen un sondeo entre alguns amigxs daqui e dahi, e a bici e eu chegamos a conclusión con o tempo de que o nombre era Anacleta Magrela!

 

 

DSC02220DSC02223DSC02226Desde esa, a mayoria dos fines de semana, Anacleta e eu salimos por Brasília. Pa fazer os recados, compras ou desplazarme pa tomar un café ou ir a unha charla; pa andar de bike con amigxs por o eixão no domingo; ou simplemente pa pasear e disfrutar da ciudad desde outro punto de vista. Hasta con ela tuven a primeira experiencia de asalto (un pequeno susto con un asaltante principiante, saldado sin violencia con 10 euros e un móvil-pataca a menos, e con muitas lecciois aprendidas, pero esa é outra historia).

Sólo podo decir que tou encantada con a bici Anacleta M. Ainda tou rescatando habilidades de infancia perdidas pa andar en bici, pero é impresionante como cambia a interacción con a ciudad cuando vas en bici e a sensación de bienestar, leveza, alegria e libertad que sinto cuando vou en bici!

DSC02250A continuación deixo unha serie de fotos do último paseo en bici que fixen pa sacar fotos de unha exposición anónima urbana que hay entre as quadras 200 e 400 da asa norte, situada nas marquesinas de paradas de buses que nun existen (nun hay líneas que pasen por ahi, rarezas de Brasília).

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Retales – pequenas lembranzas inmortales

Trás a morte de un ser querido parece que todo se apaga, que desaparece para sempre esa persona,…pero no! Eu definiria que a morte cambia de etapa as relaciois entre as personas.

A morte quitache o que a vida che permite: oportunidades de convivir, disfrutir e evolucionar con esa persona.

Pero a morte nun che quita o que esa persona representa na tua vida, a huella que deixou en ti. Nen tampouco se leva a companhia e presencia dela.

A relación muda, revivindo a persona a través dos recuerdos e dos momentos compartidos, traendo parte do teu pasado con ela para o teu presente e levándolos tamén para o futuro.

A relación muda, sentindola presente de formas diferentes.

Hay sonidos que me lembran a meu padre, e hoy escuitando un deles, lévame a escribir estas letras.

Mentras me recupero da pérdida do pouco juicio que tinha, escuito aos obreiros/jardineros segar con desbrozadora o jardin da minha quadra,…e ahi tas tú, sempre cheo de ruído: tele, radio (con fútbol), trator, desbrozadora, segadora, picando gadanha ou foucin (en domingo de manhá de preferencia)… e fazéndome companhia nesta tarde.

Fai unhas semanas tuven a suerte de pasar un fin de semana maravilloso en familia por os Madriles. Un fin de semana especial disfrutando de Pily, mamá, Jose e Iria (entre outros). E ese fin de semana também me demostrou que a persona pode seguir viva nas personas que las conocimos e tambén nas futuras generaciones que nun las conoceron. Considerando que quero que as minhas sobrinhas conozcan o abuelo Eloy eu conto historias de él para elas… E Iria xa se apropiou das historias do seu abuelo Eloy. No medio de unha conversación, que nun me acordo eu preguntolhe a Iria, “sabes quen decía eso?” E ela responde con unha sonrisa de orelha a orelha e chea de entusiasmo e alegria “O abuelo Eloy!”,… tocando o meu corazón profundamente o ver que Eloy tá vivo en ela…

Brasília, 13 de abril de 2015

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PaYaSa – felicidades hermana!!

Porque as veces é muito bon salir do teu espacio de comodidad e fazer pequenas locuras.

Porque de certa forma e pa certas personas especiales son un pouco payasa ao natural, con mais ou menos frecuencia.

Porque a minha irmá e os seus 40 anos (super ben levados), merecian unha boa payasada, chegando de sorpresa ao trabalho dela deste xeito.

IMG-20150313-WA0028 IMG-20150313-WA0032Gracias hermana, gracias por tantas e tantas cousas.

Gracias por a tua simpatia e bon humor natural que fai que tenhamos muitos buenos momentos xuntas con sonrisas como protagonistas. Rindonos hasta da nosa sombra e sacando o melhor humor hasta nos momentos mais duros.

Gracias por ese carácter luchador e de autosuperación que tes e que fai que unha se anime a fazer este tipo de locuras.

Gracias por o apoio incondicional que sempre me das para salirme do meu espacio de comodidad e enfrentar novos desafios.

E poderia seguir, pero resumindo, gracias por ser como eres. Genial e genuina!

Que a versión de Pily 4.0 senha tan boa ou milhor que a 3.0!! Felicidades!!

Quérote infinito!

A tua irmá (e payasa) preferida! Carmen

PS: Foi genial compartir o fin de semana pasado contigo e con mamá, Jose e Iria. E os encontros con Javi e Maite, Iván e Laura, Víctor, Marta e Pepe foron geniales tambén por Madrid.

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Recarga de pilas na raia – Navidad 2014

É increible como me recarga ir a casa… Estas Navidades disfrutei de 2 semanas de auténtico Carpe Diem, desde que puxen un pé en Lisboa hasta o final dia da cabalgata de Reyes en Madrid. Sencillamente maravillosas as vacaciois.

Foron 2 semanas tranquilas, de disfrutar muito das pequenas cousas, de momentos compartidos con personas muy queridas. Deixándome levar por os momentos, por as persoas, con os mínimos planes e a máxima improvisación posible. Disfrutando conscientemente de cada momento, e sin agobiarme porque nun via a todas as personas que me gustaria ou porque nun pasaba todo o tempo que me gustaria con as que vin.

Disfrutando…

…da minha familia: da presencia de buela na casa podendo disfrutar de darlhe os buenos dias con un abrazo na cama ou dos seus faragullos;  da genuinidad da minha madre que nun deixa de sorprenderme positivamente; do dia de ano novo na casa; de poder ter a Pily e Jose de vacaciois tamén, e pasar mais tempo con eles; da escapada con grandes e admiradas mulheres a Guitiriz;   da simpatia e espontaneidad de Iria e Berta podendo volver a ser unha nena: fazendo un árbol de Navidad diferente, preparando a cesta de regalos ou pintando, deixando volar a imaginación; da boa noticia de que o 2015, teremos un novo Molejón;…

…dos reecontros despós de un bon tempo:  con os amigos da Veiga e ver que aunque as suas vidas mudaron, o carinho que nos une, sigue intacto; con os companheiros de iCarto, pasando a outra fase de unha forma tranquila e bonita; con os pre-históricos de ESF, muitos deles grandes amigos (nun vou ponher os nombres, porque sodes muitos! ;-P), maravillándome con a ilusión e emoción de xuntarnos por o significado que nas nossas vidas ESF tuvo;

…dos encontros: con a minha querida Marta G en Madrid no inicio e fin, e con os meus queridos Pedro e David en Madrid no último dia; con as minhas queridas amigas de sempre do instituto (faltou o Expres deta vez!); con a Aca-peque e Alex, disfrutando da paz que transmiten os peques e da felicidad dos pais; con as minhas queridas Noela, Tania e meu querido Iago, improvisando unha mini-cena de camineras; con o meu querido Víctor, falando mais que pateando :-), lareta!;  con as minhas queridas Eva, Julia, Cris e Isa, disfrutando de cada encontro con vosoutras de forma tan plena;…

A combinación de todos os momentos, encontros, reencontros, comidas, cenas, cafés, paseos, pateadas, conversas, abrazos, risas, descubrimentos, xogos,… de Carpe Diem fixo que me recargara as pilas, me enchera de energia, de alegria, de ilusión, de ganas de melhorar no 2015 para ser mais feliz e ter mais Carpe Dien na minha vida.

Sólo me queda decir: GRACIAS POR FAZERME TAN FELIZ!!!!!!!!!!!!!!!

E pa terminar, algunha foto de paisajes que simbolizan momentos compartidos ou solitários também de Carpe Diem.

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Pensando en ti, papá!

Molejón, hoy fai 5 anos que empezache a irte do Chantadoiro, volverías casi 3 meses despós pa que nos despedísemos de tí, volverías con unha cara de paz inmensa, cara que também nos enchia de paz e tranquilidad a aqueles que te acompanhamos neses meses e vimos como te ibas apagando de unha forma tan cruel. Al fin tabas descansando.

Nestes 5 anos, xa sabes que pasaron cousas maravillosas, nas que te facemos partícipes con as nosas lembranzas. Iria e Berta, as tuas netas, chegaron pa traer muita felicidad nas nosas vidas. Elas disfrutarán desas naranxeiras que tú plantache e cuidache para elas (casi perdendo as esperanzas de que um dia houvera netas!). Iria veo no mismo ano que te fuche. E pa que seguirás mais presente nas nosas vidas, ela chegou con a tua cara, os teus olhos, as tuas pestanhas, o teu cenho, a tua sonrisa, con a tua parsimonia pa comer,…. Podes tar traquilo, que eu xá me encargo/encargarei de que as duas sepan quen era o abuelo Eloy. Jose, mamá e Pily também lo fain! E a reforma da casa, um suenho cumplido, un homenaxe pa ti, pa mainha, pa Francisco, pa Ramona, e pa nosoutros. Quedou preciosa e encantariache (aunque eu creo que mandache os saltamontes pa dar unha olhada na casa! Eu trátolos con carinho pensando en ti!). Ou que levo um cachín por Brasil, quen te veria todo orgulloso da tua cabritinha, tú serías o único que me farias ver um partido no campo (contigo claro!), acordeime muito de ti durante a Copa.

Díxome un paxarín que tabas facendo muito ben donde queira que tenhas. Eso faime inmensamente feliz, orgullosa de que o teu paso por a esta terra che servise para aprender e evolucionar!

Quérote muito e votote muito de menos! A tua cabrita, Carmen

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Dia de difuntos, dos finados, dos ancestrais – entre o cielo e a terra

A semana pasada recebin este vídeo tan bonito que conta a historia de como unha vila guatemalteca celebra o dia de defuntos. Preciosa forma de xuntar de unha forma tan alegre e colorida os vivos com os nossos mortos queridos. Védelo son sólo 4 minutos!

Esta semana via que no templo budista Shin de Brasília haberia unha ceremonia budista do dia dos ancestrais, com o objetivo de agradecer a presencia dos ancestrais nas nosas vidas, em nosoutros.

Por outro lado o Samhain, fin do ano Celta, tamén tá associado a festa dos ancestrais, onde as almas dos mortos retornaban as nossas casas para visitar as famílias e se xuntar. Esta festa é celebrada em Brasil e está sendo recuperada em Galicia e no Norte de Portugal (formando parte do Patrimonio Inmaterial Galego Portugués). E indagando descubro que: o magosto forma parte desta festa tributo aos nossos mortos e que nos pueblos se deixaban nos caminhos calabazas com velas para iluminar o camin dos mortos hacia as casas dos familiares.

No catolicismo que me criei, o dia de defuntos fai que muita xente volte as raíces, entre na iglesia e encha de flores os cementerios a modo de homenaxe/recuerdo dos seus mortos queridos.

A morte forma parte da vida. E senha com flores, com castanhas, com calabazas, com cometas,…sempre é bom ter um dia nos que os nossos mortos tenhan mais presentes nas nossas vidas.

A min particularmente a morte me ensenhou muito. Principalmente, que nun debemosvivir pensando que vamos vivir 100 anos e que debemos disfrutar o hoy porque o manhá tal vez nun exista para nosoutros ou para personas muy importantes para nosoutros, em definitiva, Carpe Diem. Cada vez que a morte me toca de cerca, esa lección sale mais reforzada, se reaviva, de forma que intente vivir de unha forma mais plena e consciente (todo o bueno que tenho ao meu alrededor).

Nun sei o que hai despos da morte, pero senha o que for, para min eles, de algunha forma siguen conmigo, na minha vida: recordando momentos vividos e todo o que esa persona aportuou na minha vida, cuando falo deles a personas que nun los conoceron, cuando certas cousas/momentos/circunstancias me lembran a eles, cuando me rio ou choro pensando neles,…

Letras dedicadas aos meus ancestrais que nun conocín e a aquelas personas queridas que si que conocín, pero que xa se foran (ainda que sigan de algunha forma conmigo)… E especialmente dedicado a meu pai e a Mimmo.

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Reactivando (un pouco) esta ventá!!

(Inspirada e redactada en 25/10/2014)

Nos últimos tempos tDSC01828enho un pouco abandonada esta ventá,…espero poder ir reactivándola pouco a pouco, disfrutando de cada letra e comentário!

Esta entrada iba ser outra: unha entrada corta, dedicada sólo o árbol flamboyat(Delonix regia). Ese árbol que alegra a paisaje de Brasília con o inicio da época chuvosa!

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Hoy o flamboyat fíxome salir de casa pa poder inmortalizar algun dos que están no meu barrio.

O seu origen é de Madagascar e o seu nombre tem origen francês, flamante colorido! Chegou a Brasil no início do siglo XIX e adaptou-se sin problemas ao clima. E como relíquia cultural, unha canción sertaneja dedicada a Flor do Flamboyat do duo Zezé di Camargo & Luciano. Enxebre 100%

DSC01832 Pero xa que tou, também brevemente quero registrar este sábado de Carpe Diem, que:

Comenzou con a clásica compra orgânica a domicilia e cuidando da logística casera;

… seguiu con unha preciosa e especial presentación do Batalá no Jardin Botánico para un grupo que trabalhaba con personas con algún tipo de deficiencia visual muy animado (que ainda nun tinha estado e a donde, sin duda voltarei!);

… tendo unha comida e sobremesa genial cos meus queridos amigos Fábio, Lucho e Gus nun restaurante griego (que me lembrou a Liverpool)

… e seguindo con un fin de tarde solitária pero chea de actividad: paseo e lectura con os flamboyats, selección de fotos de este ano (cantos momentos bons!), rumiando palabras e cerrando con unha cena creativa (berenjena, cebola, tomate, plátano alinhado com aceite, manjericão e pimienta negra) e estas breves letras. Todo eso, escuitando temazos da minha querida Marta Sara e meu querido Roi…

Em definitiva, um dia 100% Carpe Diem 🙂

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Rio de Janeiro (Janeiro 2013)

Con un poco de atraso, aqui va un pequenho resumen de la visita expres a Rio. 3 días completos, con:

00_musica1 01_musica2MÚSICA:

Empezando en Studio RJ, para ver un show de la banda “Sururu na Roda”, foi ótimo!

El Studio RJ es un punto de encuentro carioca con un programa de música tanto brasileira como internacional.

También hubo una visita a una casa de Samba, Trapiche da Gamboa.

Y como no, a Rio Scenarium, anticuario restaurado para ser un “pavilhao de cultura” con samba, MPB, choro, o forró.

 

 

 

y mucho TURISTEO:

Con visita al pequenho Cristo Redentor (38 metros de altura), no Morro do Corcovado (a una altura de 710 metros). No me llevé al gran jefe (como diría Miriam) en la maleta para regalárselo a mi querido Pedro, porque tuve miedo a que pitase en el control de seguridad del aeropuerto. 🙂

Queríamos subir en tren para disfrutar el paso por el Parque Nacional de Tijuca, pero ya no había plazas, asique pillamos un taxi en la calle (no al lado de la taquilla, que son más caros). El tren fue inaugurado en 1884 por Pedro II y sirvió en la construcción del Monumento del Cristo que fue inaugurado en 1931. Informaciones de reservas, precios y horarios, aqui.

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Y para aprovechar el “taxi”, después fuimos al mirador de la Vista China, en medio de la Mata Atlántica del  Parque Nacional da Tijuca. Este parque es uno de los Parques urbanos replantados más grandes del mundo (3200 hectáreas). Eso fue hecho en el siglo XIX después de la deforestación por el cultivo de café.

Y de ahí nos fuimos al barrio de la Urca a comer, na Garota da Urca, antes de ir para el otro atractivo turístico típico, Pao de Açucar. Tanto para el Pao de Açucar, como para el Corcovado, la niebla es el principal riesgo. De hecho, en la subida al Pao de Açucar se tapó de niebla :-(.  Informaciones de reservas, precios y horarios, aqui.

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Otro paseo recomendable es:

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El Jardín Botánico. Muy, muy bonito.

Su origen está en la llegada de la realeza portuguesa a Brasil, escapando con ayuda británica de la invasión de Portugal por Napoleón. En 1808 se establece como “Real Horto” y en 1811 es trasnformado en “Real Jardín Botánico”. Fue creado inicialmente como “jardin de aclimatación” de plantas que pudiesen ser útiles para el desarrollo agrícola e industrial.

El jardín tiene más de 8000 especies de todo el mundo, y una extensión de 137 hectáreas, de las cuales 54 son “Jardin” y el resto masa forestal.

Mas información de la historia y del jardín  aqui.

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De ahí nos fuimos a la cafetería de la Escuela de Artes Visuales del Parque Lague. La Escuela suele tener programación cultural (exposiciones y actuaciones). El Parque fue evolucionando a lo largo de su historia y los caprichos de la época de los sucesivos duenhos que tuvo (que si un jardín romántico estilo europeo, que si una réplica de un palacio romano).

 

Y ahora un remix:

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En la playa de Ipanema

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La Confiteria Colombo, patrimonio cultural y artístico de la ciudad. Fue fundada en 1894 pordos portugueses y fue punto de encuentro de clientes “célebres” de la sociedad brasilenha.

 

 

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A igreja de Nossa Senhora da Candelária (estilo barroco y renacentista).

 

 

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Desde la Praça Floriano en el centro moderno de Rio, Teatro Municipal.

 

 

 

Curiosidades y callejeando

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Faltan fotos de la aduana y del Centro Cultural del Banco de Brasil de RJ . Muy recomendable verificar la programación y visitar el edificio.

Quedaron muchos paseos, sitios y zonas por visitar y descubrir (Santa Teresa, Lapa,…).

Y para terminar, agradecer a mi amiga Juliana por ser una anfitriona genial! ensenhándonos llena de orgullo carioca su linda y viva ciudad. Y también a mis companheros de viaje y amigos, Marina y Fábio.

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Tardes de fútbol,…tardes de escape…tardes de Carpe Diem

…Camín de Lourido,… vai nun sobre un pouco de tempo dedicado a minha querida Iria,…un tributo a imaxinación,… a despertar para reencontrar un folio e unhos colores e reaprender,…

Comparto nesta ventá – que tenho un pouco abandonada últimamente – o resultado.

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Con muito carinho para minha querida Iria que cada vez que me ve no skype me saluda cantándome: “Carmiña, Carmela, con o zapato blanco e a media de seda” (a versión de minha seria: “Carmiña, Carmela, con o zapato baixo e a media marela”)

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